Sobre a divergência dos meios e as imagens maquínicas

Fernão Pessoa Ramos

 

Buscaremos neste artigo estabelecer parâmetros para uma crítica das práticas midiáticas dentro de paradigmas que não tomem como eixo estrutural a questão tecnológica. Na reflexão contemporânea sobre o universo das imagens e sons midiáticos que permeiam nossa sociedade, o pressuposto do evolucionismo tecnológico encontra-se sobredeterminado. Neste campo, é essencial definirmos o que entendemos por mídia e, principalmente, como podemos estabelecer uma análise global de sua função social, enquanto práxis concreta.

Para fins de estabelecermos uma reflexão mais densa, vamos fechar o universo midiático envolvendo dois vetores centrais: a veiculação de mensagens audiovisuais (incluindo aí o rádio, mas principalmente a televisão e a internet) como primeiro eixo definidor; e a mediação de máquinas, a conformação maquínica de mensagens imagéticas e sonoras, como segundo eixo definidor. Ao estabelecermos parâmetros críticos para atuação junto aos veículos midiáticos de nossa sociedade, devemos ter claro que iremos trabalhar com mensagens audiovisuais que são veiculadas, transmitidas, mediadas, conformadas pelo que estou chamando de instalações maquínicas.

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